Quando penso em ti, oh casinha no campo
Consigo sentir e assim me consumo
O cheiro de tua grama, da madeira do banco
Do orvalho da noite, da fumaça do fumo...
Só me falta teu corpo, tua voz, tua alma
E que venha contigo, o meu doce refúgio
Doce ser que embrutece, depois vem e acalma
Como o mais belo som do mais belo prelúdio
Perderíamos as horas com palavras ao vento
Que voam como pólen e ao longe fecundam
Inaudíveis aos ouvidos mais sensíveis
Mas ainda assim eu estaria atento
Para tuas enchentes de amor, que inundam
Meus desejos e meus beijos – Irreversíveis...
Leonardo Guimarães
Tchau
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A ligeira despedida
de quem vai voltar logo.
Um mísero tchau.
Até logo, bye bye.
Todos eles encenam
o dilacerante adeus,
que desejamos ao viajante
...
Há 3 semanas
